A Ilha da Noite

Para aqueles que amam o maravilhoso mundo criado pela Mestra inigualável Anne Rice. Lestat, Louis, Armand, Marius, Mayfairs, A Talamasca... Todos estão aqui.
 
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 Contos da Gabs

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Jaja de Lioncourt
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MensagemAssunto: Re: Contos da Gabs   1/30/2011, 2:32 am

Lindo, Gabs...

Que talento, hein moça? cheers

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MensagemAssunto: Re: Contos da Gabs   1/30/2011, 10:52 pm

Eu tenho meio que essa noção Ariane... e sei lá, acho que confiança é realmente a base de tudo...

Ow, obrigada <33

E Jajá, obrigada também

Seus fofos I love you

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MensagemAssunto: Re: Contos da Gabs   2/2/2011, 6:02 pm

Então, postei uma crônica nova ^^

Não esqueçam de comentar u.ú

http://thesenseofdoubt.blogspot.com/2011/02/cronica-time-of-your-life.html

Oi gente (:

Essa é uma pequena crônica que eu escrevi ontem. Escrevi em um impulso, então nem tenho certeza se está muito bom ou não... não esqueçam de comentar ^^

O nome é o mesmo da música do Green Day. Título sugerido pela minha amiguinha linda, a
Jennifer *-*

Então, é isso, leiam Very Happy

Time Of Your Life


Às vezes, tudo o que eu mais queria é voltar a ser aquela garotinha de anos atrás.

Algumas pessoas dizem que a infância é o melhor período da vida. E ela de fato é, quando aproveitada da maneira certa. Uma época onde sua maior responsabilidade é arrumar a sua cama, sua maior frustração é não ter aquele brinquedo novo, sua euforia em brincar tem uma felicidade tão genuína e inocente que é notada até pelos adultos a sua volta.

Inocência.

Irrecuperável depois de perdida. Algo que faz uma falta terrível.

Que nos faz desejar tanto ser aquela garotinha de alguns anos atrás!

Pra não ter mais as angústias que atrapalham os dias atuais. Pra não ter mais tantas responsabilidades, tantas preocupações, tantos sentimentos conflitantes, e uma noção tão grande da impotência diante da vida.

Pra não sofrer mais tanto. Pra não sofrer mais sem motivo algum. Pra não sofrer mais com todos os motivos do mundo.

E tudo que eu desejo é ser aquela garotinha de anos atrás.

Mas no fundo, todas as épocas da vida têm seus encantos e seus mistérios, suas marcas únicas e perdidas.

A infância tem sua doçura e inocência incomparáveis; a adolescência tem uma intensidade e impulsividade sem igual, onde a euforia é imensa, e as depressões, profundas. A fase adulta é provavelmente a mais complexa, onde um pouco de cada idade e as características próprias da sua se fundem. A velhice recolhe tudo o que as outras idades viveram, e por isso tem a experiência que nenhuma delas pode oferecer.


Mas entre todas elas, a infância ainda é a mais invejável.

Porque quando temos idade para aproveitá-la ao máximo, não temos consciência de sua importância. E
quando percebemos, já a perdemos. Pra sempre.

E nos resta à responsabilidade de crescer. De viver. Estando prontos ou não.

E então, tudo o que você deseja por alguns instantes é ser aquela garotinha de alguns anos atrás.

Para depois pensar que era besteira. Infância não dá status pra ninguém. É só mais uma fase de uma vida que, estando pronta ou não, você tem que viver. Tem que sonhar. Tem que ao menos, tentar.

E com insegurança e um frio na barriga, você vai. Você enfrenta. Você tenta.

Você nunca vai ter a garantia de dar certo ou não. Você vai se decepcionar. Muitas vezes você vai quebrar,
e terá que recolher sozinha os cacos do chão.

Mas você vai tentar de novo. E é isso que realmente importa.

Não desistir.

Você pode continuar desejando ser aquela garotinha de alguns anos atrás. Ninguém pode te culpar por
desanimar ou querer dar um tempo.

Você só não pode parar.

Você só não pode deixar de tentar.

Ou você decepcionaria aquela garotinha de alguns anos atrás.

Fim

P.S: se você gostou da crônica e quiser postá-la em algum lugar, fico lisonjeada. MAS antes disso, fale comigo e quando eu liberar, poste os créditos, ou teremos problemas.

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MensagemAssunto: Re: Contos da Gabs   2/2/2011, 7:13 pm

Amei a crônica, Gabs! *-*
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MensagemAssunto: Re: Contos da Gabs   2/2/2011, 8:04 pm

Gabs, Li o conto e a crônica.

PARABÉNS !!!!

Já conheco seu talento e sua competência, mas continuo me surpreendendo a cada texto
seu. Adorei os dois, mas a crônica está na minha lista de melhores textos que li na VIDA !!

Mais uma vez, Parabéns !!!


...e continue !!
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MensagemAssunto: Re: Contos da Gabs   2/2/2011, 10:04 pm

Obrigada Danni, sua fofa :3

Felipe, você não sabe o quão feliz me deixou com essas palavras *___*

Muito, muito obrigada I love you

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MensagemAssunto: Re: Contos da Gabs   2/3/2011, 10:39 am

Eu já tinha dito o quanto eu amei, né. Então, eu amei *-*
Seu blog vai crescer muito, viu? Os textos não são gigantes, o que faz mais pessoas quererem lê-los, e como eu disse, estão ficando cada vez melhor.
Parabéns o/
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MensagemAssunto: Re: Contos da Gabs   2/3/2011, 8:42 pm

Ah, Gabs vou ler domingo tá?
Não estou no espirito de ler nada no momento >.<
Prometo que leio domingo...
Deve estar óóótimo.
[off] Aproveitando esse espacinho, vou postar algo no meu, ou aqui domingo também [off/]
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MensagemAssunto: Re: Contos da Gabs   2/10/2011, 11:11 pm

Ariane, obrigada querida *--*

Fiquei mó feliz com os elogios :3

Foxy ,comente lá quando a ler o/

E Lafayette, obrigadíssima pelos comentários no blog *_*

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MensagemAssunto: Re: Contos da Gabs   2/10/2011, 11:12 pm

Gente, tem post novo! Uma crítica de um filme que adoro. Comentem lá no blog, hein Very Happy

http://thesenseofdoubt.blogspot.com/2011/02/critica-hedwig-and-angry-inch.html#comments

Crítica: Hedwig And The Angry Inch



Hoje irei falar de um musical que assisti recentemente, por indicação de uma amiga. Vi sem ter muitas expectativas, mas quando o filme terminou, estava completamente apaixonada pelo que tinha acabado de ver.


Hansel é um jovem que mora em Berlim Ocidental e que sonha em se tornar uma grande estrela do rock nos Estados Unidos. Até que ele conhece um belo americano que lhe promete amor e liberdade e que pode fazer com que todos os seus sonhos se tornem reais.. Mas para ir para os Estados Unidos juntamente com ele Hansel precisará fazer uma operação de mudança de sexo, pois somente assim com ele poderá se casar. Assim nasce Hedwig (John Cameron Mitchell), que chega a Kansas no mesmo dia em que o Muro de Berlim é derrubado.


Essa pode ser considerada a introdução a história de Hedwig: Rock, Amor e Traição (do Original: Hedwig And The Angry Inch - eu odeio títulos brasileiros), mas esse filme de 2001, que conta com a direção, atuação e roteiro de John Cameron Mitchell, é muito mais do que isso; essa adaptação da peça homônima do circuito off-Broadway é uma verdadeira obra prima.


O filme começa nos apresentando a Hedwig onde ela mais brilha: no 'palco'. Logo na primeira música ('Tear Me Down'), já ficamos familiarizados com as comparações entre Hedwig e o muro de Berlim, fato que pode ser interpretado de diversas maneiras.


Depois que o furacão Hedwig nos é apresentado, vamos conhecendo-a aos poucos e descobrindo sua estranha história de vida; os flashbacks (geralmente contados pela própria Hedwig), vão mostrando todos os acontecimentos, traumas e desafios que Hedwig passou desde sua infância. Tudo sempre ao ritmo de um excelente rock 'n' roll, com pitadas de glam e punk rock.

Difícil descrever o desempenho de John Cameron Mitchell. Intenso talvez seja uma palavra adequada. Mas melhor dizer que foi brilhante. Sua entrega completa ao personagem é notável, seja através das canções ou das cenas de Hedwig com seus amigos e 'amores'.


A presença de Michael Pitt como Tommy Gnost também é algo que deve ser destacado. O personagem tem uma importância fundamental na história, que não contarei pra não estragar a surpresa de ninguém.


A fotografia e o figurino de Hedwig and The Angry Inch, como aparentam, são realmente de tirar o fôlego. Belos, exuberantes, extravagantes; exagerados e intensos como a própria Hedwig. Destaque pra belíssima sequencia de 'The Origin Of Love', que falarei adiante.




Agora, acho que todos o assistirem irão concordar que o maior trunfo do filme é sua trilha sonora. Ele não possui músicas de outros cantores; são em maioria original (Hedwig até cantarola 'Walk On The Wild Side' de Lou Reed, mas não passa muito disso), e com letras e melodias brilhantes. Tem as mais vibrantes tais quais 'Tear me Down', e 'Angry Inch' (canção que leva o nome do filme, e que não existe melhor maneira de definir senão genial), e as mais sentimentais, tal qual 'Wicked Little Town', 'The Origin of Love' ( que merece uma ressalva por ser uma das músicas mais brilhantes que escutei na minha vida, com uma letra de tocar o coração), e ainda as divertidas, como 'Sugar Daddy' e 'Wig in a Box'. Completamente apaixonante, acredito que ele e 'Velvet Goldmine' carregam o título de minhas trilhas sonoras favoritas.


É difícil falar de Hedwig sem entregar spoilers e comprometer quem vai assistí-lo: então, pra que palavras quando temos uma música como essa?



Se depois dessa música ficarem com vontade de assistir o filme, eu o consegui encontrar através do excelente blog de filmes undergrounds, Arapa Rock Motor. Pode baixá-lo lá, através desse link que aqui está. (http://arapongasrockmotor.blogspot.com/2008/07/hedwig-and-angry-inch-2001.html)


Beijos e até mais!

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MensagemAssunto: Re: Contos da Gabs   2/11/2011, 9:49 am

Comentei lá.
Amei essa música. <3
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MensagemAssunto: Re: Contos da Gabs   2/20/2011, 9:38 pm

Ela é completamente perfeita, não é ? <3

Pois como você disse no blog, fala do amor dos heteros, gays e lésbicas... não exclui ninguém @@

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MensagemAssunto: Re: Contos da Gabs   2/20/2011, 9:44 pm

Dessa vez é um poema, gente. Comentem lá no blog também, se puderem =)

Link no The Sense Of Doubt


I Don't Need You


Eu não preciso de você.

Sim, eu não preciso de você.

Eu não preciso dos seus sorrisos,

Eu não preciso dos seus carinhos;

Eu não preciso de suas palavras doces

E eu não preciso dos teus lábios tentadores.

Não, eu não preciso de você.

Eu não preciso da luz radiante que sai de seus olhos quando você está feliz;

Eu não preciso dos seus abraços reconfortantes;

Eu não preciso de sua amizade quase irritante,

E definitivamente, eu não preciso do seu amor tão sincero e quase sufocante.

É, eu não preciso de você.

Mas eu quero você.

Eu quero você, sem pudores ou desculpas esfarrapadas;

Eu quero ser o motivo de seus sorrisos,

E a destinação de seus carinhos;

Eu quero que dedique a mim suas palavras doces

E eu quero sentir o gosto dos teus lábios tentadores.

Sim, eu quero você.

Eu quero contemplar diariamente a luz radiante de seus olhos quando está feliz;

E eu quero sentir o calor protetor dos seus abraços reconfortantes.

Eu quero que sua amizade irritante seja toda minha

E mais que tudo, eu quero receber e ofertar um amor tão sincero e quase sufocante.

Não, eu não preciso de você.

Mas eu quero você.

Fim

P.S: se você gostou do poema e quiser postá-lo em algum lugar, fico lisonjeada. MAS antes disso, fale comigo e quando eu liberar, poste os créditos, ou teremos problemas.

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MensagemAssunto: Re: Contos da Gabs   2/21/2011, 12:58 am

O poema é seu, Gabs?

Cada vez descubro você uma romântica mais e mais incurável... Wink

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MensagemAssunto: Re: Contos da Gabs   2/21/2011, 1:16 pm

Né, ela se esconde atrás da Gabrielle mas é uma fofa e <3

Então, como eu disse, está lindo, bem romântico @____@
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MensagemAssunto: Re: Contos da Gabs   3/15/2011, 1:32 pm

HAUSUHASHUSAHUHSUA, é, é meu o poema Jajá... acho que tenho um lado romântico :B

E muuuito obrigada vocês dois, viu? *___*

Eu estou com dois contos novos, pessoal, mas to com preguiça de postar XD

Mas leiam, por favor @@

Um deles é uma espécie de songfic. Só lendo pra entender. Fiz num momento crítico, e se chama 'Wind Of Change'. Podem ler AQUI.

O outro é um conto estranho, que recebeu o nome de 'My Immortal'. Podem ler esse AQUI..

Obrigada a todos que lêem (:

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MensagemAssunto: Re: Contos da Gabs   4/11/2011, 7:24 pm

Gente, crônica nova!

Leiam, e se comentarem no blog, ganham de presente uma vampira autora feliz I love you -q

http://thesenseofdoubt.blogspot.com/2011/04/cronica-we-are-young.html

We Are Young
Eu sou jovem.
E isso basta pra mim.
Por que eu tenho que ir atrás de outra coisa, se eu sou jovem?
Já tenho beleza, impulsividade, imaturidade. Fatores ao meu favor.

Sociedade, pobreza, guerra, assassinatos, roubos.
Me cobram consciência social , me cobram ações.
Mas por que ir atrás de mais problemas?
Deixe isso pra quem já é velho e já tem preocupações.

Por que devo me preocupar com meu futuro? Com o que farei quando não tiver mais meus pais?
Prefiro dormir, prefiro não fazer nada. Quando for mais velho, vejo isso.

Pra que se apegar a sentimentos e pessoas? Compromisso sério?
Sentimentos são prejudiciais, prefiro não selar nada com ninguém e me divertir com quantas pessoas eu puder.
Se elas se apegarem, o problema não é meu.

Pra que se preocupar com estudos? Estudar, me interessar por algo fora do meu eixo amigos/balada?
Quando eu ficar mais velho, cuido disso. Por enquanto, arrumo um trabalho comum pra poder pagar minhas coisas.

Por que devo preocupar-me com arte? Com questões sobre o ser humano em geral e eu mesmo?
Não serve pra nada, afinal. Prefiro ver e ouvir o que todo mundo está vendo e ouvindo. Mais fácil e mais cômodo.

Por que devo pensar?
Afinal sou jovem e tenho a vida ao meu dispor.
Não pensar é a minha marca.
Irresponsabilidade. Imprudência. Vivacidade.
Sou jovem, e isso basta.

Deixa isso tudo pra depois, quando eu for mais velho.
Isso se eu conseguir viver o suficiente para ficar mais velho.

Fim

P.S: se você gostou da crônica e quiser postá-la em algum lugar, fico lisonjeada. MAS antes disso, fale comigo e quando eu liberar, poste os créditos, ou teremos problemas.


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MensagemAssunto: Re: Contos da Gabs   11/9/2011, 11:44 pm

*Tirando as teias de aranha*

Vou vou voltar a postar contos aqui, tá?

Pack of Lies

Eu fecho os olhos, e vejo tudo negro;

vejo a escuridão,

vejo a desesperança e o vazio.

Então, eu abro meus olhos.



Eu fecho os olhos, e vejo você;

vejo todo o amor que sinto por você,

e vejo a ruína que isso pode me trazer,

vejo o medo de amar alguém tanto assim;

Então, eu abro meus olhos.



Eu fecho os olhos, e não vejo nada;

vejo e não vejo minha vida passando como um mapa,

me guiando e não guiando em direção a existência

da carência de alguma coisa a mim segregada.

Então, eu abro meus olhos.



Eu fecho os olhos, e vejo o negro, vejo o nada, vejo você.

Ainda há a desesperança, ainda há a escuridão,

ainda há o nada, ainda há o medo;

mas ainda há você, e ainda há o que sinto por você.

Então, mantenho meus olhos fechados.

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MensagemAssunto: Re: Contos da Gabs   11/9/2011, 11:46 pm

Lindo, lindo, lindo Gabs!!!

Poste sempre mais.

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MensagemAssunto: Re: Contos da Gabs   11/9/2011, 11:46 pm

=

Como irmão, fã e 2° revisor ( me auto-intitulando )
sou meio suspeito.... mas amei esse poema a primeira vista @_@
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MensagemAssunto: Re: Contos da Gabs   11/12/2011, 4:54 pm

Muito obrigada, Jajá I love you

E maninho, você agora é meu segundo revisor mesmo, asuhdasuhadsuhdsa

Tenho um outro conto, já postado no blog, e agradeceria comentários lá Smile

http://thesenseofdoubt.blogspot.com/2011/10/conto-lovely-clouds-is-like-great.html

Lovely Clouds (is like a Great Escape)

Tic. Toc.

Aquele maldito relógio.

Tic. Toc.

Se pudesse quebrá-lo. Tirá-lo da parede e jogar no chão. Ou simplesmente desligá-lo.

Tic. Toc.

Mas permanecer entre os lençóis macios e desarrumados parecia ser mais importante no momento.

Tic. Toc.

Assim como em todos os outros momentos que vivia ultimamente.

Tic. Toc.

Três anos em um emprego ruim e monótono lhe permitiu renda para permanecer alguns meses em casa, após sua demissão. Assim, podia desfrutar do ócio.

(Tic. Toc.)

E que ócio! Há meses não fazia nada, com exceção de dormir, acordar, arrastar-se para o sofá, ler algum romance barato e ruim, e então voltar para a cama, comendo alguma coisa nos intervalos.

(Tic. Toc.)

Sabia que isso estava arruinando sua vida. Que estava entrando de livre e espontânea vontade em um mar de depressão.

Mas sabia também que era uma ótima fuga.

(Tic. Toc.)

Amigos às vezes faziam visitas, ou sua mãe, fazendo perguntas como “Por que não abre essas janelas?”, ”Você precisa realmente sair de casa!” ou “Qual foi à última vez que você tomou banho”, e todas as respostas a essas perguntas eram vagas e vazias.

Isso por que o significado dessas perguntas não lhe importava mais.

(Tic. Toc.)

Preguiça. Preguiça. A única sensação que dominava todo seu corpo e mente.

Poderiam a todo tempo reforças que haviam coisas a serem feitas. Preguiça ainda era sua única vontade.

(Tic. Toc.)

Preguiça e melancolia, melhor dizer. Sentia imensa preguiça de fazer qualquer coisa, o que trazia a melancolia à tona; e tanta melancolia lhe causava preguiça!

(Tic. Toc.)

Não sabia qual rumo sua vida iria tomar dali pra frente. Se iria conseguir reagir à tanta inércia, ou se iria sucumbir. Não sabia e não se importava.

(Tic. Toc.)

Só se importava em continuar na cama, mesmo com o maldito relógio lhe enlouquecendo.

Tic. Toc.

Fim

P.S: se você gostou do conto e quiser postá-lo em algum lugar, fico lisonjeada. MAS antes disso, fale comigo e quando eu liberar, poste os créditos, ou teremos problemas.

_________________
“E assim, estendemos a mão para o caos furioso, apanhamos alguma coisa pequena e brilhante e nos agarramos a ela, dizendo para nós mesmos que ela tem significado, que o mundo é bom, que não somos a encarnação do mal e que no fim iremos pra casa.”

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"Estaria sempre dividido. Sempre haveria a dor. Dor e prazer interligando-se e moldando-o, mas um, na verdade, jamais se sobrepondo ao outro; nunca haveria paz."



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MensagemAssunto: Re: Contos da Gabs   11/12/2011, 5:38 pm

=

Adoro esse conto *-*
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MensagemAssunto: Re: Contos da Gabs   

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Contos da Gabs

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