A Ilha da Noite

Para aqueles que amam o maravilhoso mundo criado pela Mestra inigualável Anne Rice. Lestat, Louis, Armand, Marius, Mayfairs, A Talamasca... Todos estão aqui.
 
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 Meus Contos

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Ágatha de Lambert
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MensagemAssunto: Meus Contos   5/17/2010, 11:25 am

Como o prometido vou começar a escrever um conto aqui no forúm, e se alguém quiser ajudar, dar dicas, ou criticar, sinta-se a vontade.Será um conto sobre vampiros, um romance, não vai ficar muito bom, visto que sou apenas uma aprendiz na arte da literatura!!
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Cedo da noite ele sempre saia, na direção do antigo teatro, este era abandonado, entretanto ele sempre encontrava outros vampiros lá, depois eles iam se alimentar.Porém nesta noite, ele fez diferente, pegou o carro, e guiou os cavalos até as fazendas do norte, lá ele avistou sua antiga fazenda, chegando lá, colocou os cavalos no estábulo, e entrou na casa.Lá encontrou tudo como havia deixado, porém coberto de poeira, e ratos, baratas, e outros insetos.
Então ouviu barulho de cavalos se aproximando da casa, correu em direção a janela- Quem está aqui? Já é muito tarde!- Disse Ferdinando, consigo mesmo, um tanto preocupado.
O barulho cessou, então ele foi até a porta, e viu um rapaz descendo de um cavalo negro.O rapaz encarou o vampiro por alguns instantes, até que este acabou com o silêncio.- Quem é você? E o que quer aqui?- Dizia ele com uma voz bastante autoritária.
O rapaz desceu do cavalo, e andou em passos lentos até o vampiro, e aproximou sua face da dele.- Eu sei o que você faz, todos os dias ao anoitecer.Disse o rapaz, com uma voz tão ameaçadora, e autoritária quanto a de Ferdinando.
Ferdinando dando uma risada escandalosa, parou repentinamente, e olhou nos olhos do rapaz.-E o que eu faço, jovem rapaz?-Perguntou, com uma certa ironia em sua voz.
O rapaz percebendo que o vampiro não estava nem um pouco com medo, deixou de lado sua voz ameaçadora, seu corpo estremeceu quando o vampiro riu mais uma vez.- Você mata pessoas, e agora, "eu" vou matar você.Ameaçou o rapaz, olhando nos olhos multi coloridos do vampiro.
Ferdinando, olhou para o rapaz com uma expressão de deboche.- Se sabe tanto sobre mim, deve saber que não pode me matar.Diga o seu nome rapaz, pra eu não lhe chamar apenas de rapaz.Dizia ele, com uma voz um pouco amigável agora, enquanto entrava na casa, e apontando para a porta- Entre, ou vai morrer congelado aí fora!
-Não entro em casa de assassinos!-Disse o rapaz, tentando se proteger do frio com os braços, enquanto tirava de uma faca de uma bolsa que carregava junto ao cavalo.
O vampiro olhou para o rapaz, já impaciente.- Você é teimoso garoto!- E deu um salto, tão rápido que o rapaz levou um susto quando já estava dentro da casa, perto da lareira.
- Agora fique ai quieto, e se aqueça!- Ordenou o vampiro, enquanto pegava uma garrafa de vinho, e duas taças.- Aqui, beba!- Disse, oferecendo a taça ao rapaz, colocando a outra em cima de uma mesinha.
O rapaz, que não estava entendendo nada, olhou assustado para o vampiro, que interrompeu seu momento de observação.- Me chamo Ferdinando.- E dando uma pequena pausa.- Agora é sua vez, como se chama?
-Não entendo porque está tratando tão bem, alguém que o ameaçou de morte.- Observou, o jovem rapaz, sem entender nada do que estava acontecendo.
Ferdinando sentou, cruzou as pernas, e com um olhar impaciente disse:
-Ainda não disse seu nome "rapaz", quando fizer isso digo tudo o que quiser saber!
Mesmo com o frio insuportável da noite, o rapaz estava suando, ele se levantou e correu em direção a porta, para tentar sair, entretanto foi em vão, o vampiro com a mesma rapidez de antes, deu um salto e fechou a porta, antes que o rapaz chegasse lá.- Você está com medo?- Disse com uma voz que fingia preocupação.- Pois não devia estar.- Disse antes mesmo que o rapaz expressasse qualquer ação.E apontando para uma poltrona disse:
-Está vendo aquela poltrona?Você vai sentar lá, e vai dizer seu nome!- Disse com autoritarismo.
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O jovem rapaz vencido, sentou na poltrona, e olhando para o vampiro aparentando estar com medo, ajeitando seu casaco- Você é muito rápido, e extremamente gelado e branco, você é um monstro assassino, você mata sem dó!- E procurando seu punhal no casaco, se levantou, e foi em direção ao vampiro, e gritou nervosamente- Onde está?!Onde está meu punhal?- Correndo, pulou em cima do vampiro raivosamente, este caiu no chão, enquanto o rapaz o batia, então Ferdinando empurrou o rapaz, que quase voou para o outro lado da sala.- Você é louco?!-Disse o vampiro espantado.- O que eu fiz a você?!Não quero matar você, então é melhor ir embora, antes que eu queira ver um camponês e um cavalo mortos em um estábulo de uma fazenda abandonada!- Disse o vampiro, aumentando o tom da voz a cada palavra que dizia.Parou de falar, mandando o rapaz esperar, com a mão,e parecia pensativo, então olhou para o rapaz, e seus olhos brilharam, parecia imaginar alguma coisa maquiavélica.- Ou melhor, fique!Você será mais útil aqui!- Disse Ferdinando, enquanto o rapaz parecia não entender o que ele dizia.- O que quer de mim?- Disse o rapa assustado.Enquanto o vampiro, se aproximava, e segurando-o pela mão disse:
- Sei que não gosta de mim, entretanto, não sou tão ruim quanto pensas.Se me conhecesse melhor saberia disso, se fosse como eu saberia disso.
O rapaz olhou curioso.- Como você?-Perguntou. O vampiro puxou-o pela mão e o sentou na poltrona- Sente-se, e prometa que vai me ouvir, sem questionar, então, eu lhe conto como eu sou.- Propôs o vampiro, sentando-se na poltrona ao lado, quando o rapaz assentiu à proposta com a cabeça.
- Preciso confiar em você, está bem, mas não posso fazer isso se nem ao menos sei seu nome.- Disse o vampiro com um ar um pouco entusiasmado, dito isto, o rapaz pareceu se acalmar, e pela primeira vez desde que os viu, o rapaz pareceu se encantar pelos olhos do vampiro.- Seus olhos... eles... mudam de cor!- Disse apontando para os olhos de Ferdinando.- A propósito, meu nome é Eric.- Eric parecia bem calmo, e concentrado nos olhos do vampiro, sua expressão mudou, de enraivado para encantado.
- Vejo que gostou de meus olhos Eric!-Disse o vampiro, friamente.- Mas vamos falar de mim, você acha que sou um monstro, certo?- Disse enquanto o rapaz continuava imóvel.- Eu não sou um monstro, ou pelo menos não me considero um.Você sabe da peste que os navios ingleses trouxeram até aqui, não sabe?-Perguntou.
O rapaz desviou o olhar.- Sei, é claro que sei, porém, o que isso tem haver com você?- Perguntou o rapaz.
O vampiro com um certo ar de manipulação, disse:
- Você pode ficar doente...ou, se você fizer a escolha certa, talvez não fique.
- O que você quer dizer?O que acha que pode fazer para que eu não fique doente?- Perguntou Eric, com uma expressão de dúvida.
O vampiro Ferdinando, rapidamente se levantou, e correu até a mesinha para pegar a taça de vinho.- Beba isto, vai aquecer seu sangue, enquanto eu explico...- O vampiro permaneceu de pé, com a expressão séria disse:
-Posso dar-lhe a imortalidade.- Disse tão calmamente, como se isso fosse algo tão normal. O rapaz, Eric, riu, mas depois parou, e ficou sério.- É um alquimista?!Eu devia ter imaginado!- Disse com um leve sorriso no rosto, entretanto, sua expressão era de surpresa.Ferdinando, riu, e abaixou-se na altura do rosto do rapaz, e disse:
- Já saímos da Idade Medieval caro amigo, as pessoas achavam que eu era alquimista, sim, porém era na Era Medieval.Alquimista?- Disse ele, com ar de deboche.
E o rapaz logo se levantou da cadeira, e parou, pensativo por alguns instantes.- Como pode ter vivido séculos atrás?!Está brincando comigo?!- Perguntou o rapaz um pouco impaciente.Ferdinando o colocou de volta na poltrona, e disse com a mesma autoridade de sempre.- Você que ou não, a vida eterna?!
- Terei a vida eterna, se crer em Deus!- Disse Eric, exaltado.
-Sim meu caro, porém isso será em outro mundo, e se acontecer, será alcançado com muito sofrimento, você pode ter a vida eterna, agora, e sem sofrimento nenhum.Agora diga, quer ou não ser imortal?- Disse o vampiro, com o ar manipulador, usado antes.
O rapaz se ajeitou na cadeira, e olhou mais uma vez os olhos do vampiro, e com uma certa tranquilidade, está que por sinal é bem escassa, disse|:
- Pelo visto está falando a sério, mas como poderia me tornar imortal?- Perguntou Eric curioso.Ferdinando agachado na altura da poltrona disse:
- Então você quer, não é?Me siga, você vai ser igual a mim!- Disse o vampiro, um tanto misterioso, enquanto se levantava e seguia a outro cômodo da casa, Eric o seguia, sempre atento a cada movimento do vampiro.Este chegou a um quarto, e abriu a porta, era um quarto muito bonito, eles entraram, o vampiro parou.- É muito bonito senhor Eric, e será mas bonito quando virar vampiro.- Disse Ferdinando, olhando seu companheiro de uma maneira diferente, enquanto o levava até a cama pela mão.
- O que?Vampiro?Do que está falando?!O que vai fazer comigo?- Perguntou o rapaz sem parar, enquanto sentava na cama.O vampiro deu uma risada amigável, olhando o como se fosse um pobre inocente.- Você pergunta de mais.- Disse isso enquanto se aproximava do rapaz. O rapaz respirava ofegante, de acordo com a aproximação do vampiro, suava cada vez mais.
- Não tenha medo, está bem?- Disse o vampiro encostando sua boca na face do rapaz.- Está com medo?- Perguntou.
O rapaz respondeu simplesmente:- Não.
Ferdinando, encostou agora a boca no pescoço do rapaz, e fez isso muito lentamente, enterrou seus dentes no pescoço suado de Eric, e sugou seu sangue, extasiado, o rapaz já estava demasiado fraco, então ele parou, deu seu próprio sangue para o rapaz.- Beba garoto, e se sentirá melhor.
Eric bebeu o sangue do vampiro, e mas um pouco de sangue.- Já chega, não precisa mais beber hoje.- Disse o vampiro com uma voz suave, enquanto deitava Eric na cama.
O vampiro Ferdinando, arrumou algumas coisas no quarto ao lado, algumas horas se passaram, então ele foi acordar o rapaz.- Eric.. Eric.. acorde, está quase amanhecendo você tem que dormir, no lugar certo.
Então levou o rapaz para o outro quarto, e apontando para o caixão.- É ali que você deve dormir, sempre, antes que amanheça o dia, vamos entre, espero que durma bem.
O rapaz, que ainda estava fraco, simplesmente entrou no caixão, e Ferdinando o fechou.Eric não se sentiu bem dormindo em um caixão, não porque sentia repulsa, porém era um pouco apertado.
Na noite seguinte, Ferdinando acordou Eric.- Vamos, temos que nos alimentar!
..
.
.
.
.
E os dois seguem, para a cidade, no carro de Ferdinando. O pobre Eric, não entendia nada, estava a espera de explicações de Ferdinando, que não dizia uma palavra sequer.O rapaz estava impaciente, foi quando o vampiro parou o carro repentinamente.- O que você tem? Por que está batendo o pé sem parar?-Deu uma pausa, olhou para o rapaz, como se fosse dizer algo importante.- Isso.. me... deixa... IRRITADO!!- Disse explicitamente o vampiro Ferdinando.
O rapaz parou de bater o pé, e os dois seguiram viagem, já estavam quase chegando a cidade.Ainda estavam em uma "estradinha" de terra, e havia animais correndo de um lado para outro, atrapalhando a passagem, Eric, de vez em quanto, olhava para o vampiro, como se fosse falar, perguntar, no entanto as palavras não saiam de sua boca.
Em fim chegaram a cidade, o carro parou, de fronte à uma grande casa, muito bem ataviada, e bonita.Lá deixaram o carro, e seguiram a pé, até o velho teatro, as ruas estavam escuras, havia uma ou duas pessoas caminhando, pareciam estar bêbados, o jovem Eric, os olhava, de uma maneira diferente, como se nunca tivesse visto um simples bêbado.
- Para ode estamos indo?- Perguntou Eric, enquanto seguia Ferdinando.
Ferdinando apenas resmungou algumas palavras, e fez um gesto na mão chamando seu companheiro.E enfim chegaram ao seu destino, o antigo teatro de Arles.Ferdinando avistou um de seus seguidores, e foi ao seu encontro.-Então fizeram o que eu havia pedido?- Perguntou Ferdinando, com sua inseparável autoridade, enquanto continuava andando para dentro do local.
O outro vampiro, que o seguia, desastrado, tentava alcança-lo em seus longos e rígidos passos.- Sim! Sim, senhor, está tudo pronto!- Dizia gaguejando, enquanto corria.
Ferdinando apenas balançou a cabeça, como se estivesse o parabenizando, e imponente como sempre, e feliz como nunca, entrou no teatro.Lá encontrou seus outros seguidores.- Senhores.- Os comprimentou, e sentou-se em uma poltrona, que lembrava de algum modo, realeza.Eric não entendia porque a cadeira de Ferdinando era diferente das demais.
Os outros vampiros, que eram três, se levantaram, e como anjos sincronizados, cumprimentaram Ferdinando.- Sir Ferdinando, seja bem vindo!- Disseram os três, que logo sentaram, e ajeitaram seus casacos.
Ferdinando, ligeiramente se levantando, e pegando uma taça.- Esta taça, tem o sangue nobre de um conde, e, este será apreciado por nós._Disse levantando a taça.- E por que escolhi um conde?-Deu uma pequena pausa, e prosseguiu.- A resposta é simples, porque é um sangue especial, de um nobre, e como a ocasião, tem sua importância...- Parou, e olhou para trás, a procura de Eric.- Este-meus amigos-, é o vampiro Eric, nosso mais novo companheiro.- E foi na direção de Eric, e segurando-o pela mão, o levou ao cetro, do que parecia uma sala redonda, com várias portas ao redor, e onde estavam sentados os outros vampiros.-Sente-se ali Eric.- Disse Ferdinando apontando para uma cadeira vaga.- Tenho uma surpresa para você.
Eric, assustado, sentou-se na cadeira.- Mas, como sabia de mim, porque preparou isso?Como sabia que iria me encontrar?























Última edição por Ágatha de Lambert em 7/26/2010, 4:02 pm, editado 5 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Meus Contos   5/17/2010, 11:26 am

Pessoal, digam o que acharam desse comecinho, e dêem dicas para a continuação, e por favor, me ajudem com o titulo...

Obrigada...
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MensagemAssunto: Re: Meus Contos   5/17/2010, 3:06 pm

Ótimo, Amiga!!!

Continue mesmo.

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MensagemAssunto: Re: Meus Contos   5/17/2010, 6:16 pm

Obrigada, então, todos poderiam dar dicas para a continuação...sería ótimo...
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MensagemAssunto: Re: Meus Contos   5/20/2010, 10:07 pm

Gente, o conto esta sendo atualizado na mesma mensagem, ok?
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MensagemAssunto: Re: Meus Contos   5/21/2010, 2:31 pm

Não é preferível atualizá-lo em outro post?

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MensagemAssunto: Re: Meus Contos   5/21/2010, 8:29 pm

Ok, então a partir de agora atualizo em um novo post!!!
Vou continuar depois, é que eu tô com preguiça de digitar!!! Ok?
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MensagemAssunto: Re: Meus Contos   5/29/2010, 2:09 pm

Estava eu, lendo minha história, e sabe o que eu percebi?

Como diz o ídolo da Grabrielle: "É um lixo literário!!".
Vou tentar arrumar uma semente de inspiração poraí, talvez alguém, ou algum lugar possa me trazer essa semente.

Prometo continuar escrevendo a história, apenas vou escrever de uma forma melhor, sem que pareça plágio, ou sem ser tão pequena, e ao mesmo tempo cansativa, que faça as pessoas pararem de ler antes mesmo de começar, ou até chata, sem emoção, uma história que não tem uma história!!

Obrigada, voltarei a escrever logo logo!!!
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MensagemAssunto: Re: Meus Contos   5/29/2010, 10:14 pm

scratch

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MensagemAssunto: Re: Meus Contos   6/3/2010, 12:46 pm

Olha deixa eu explicar, é que me disseram que eu estava plageando algumas histórias conhecidas, entendeu?!?!?

Então agora eu vou tentar escrever sem ''PlageaR"

ashaushua
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MensagemAssunto: Re: Meus Contos   6/3/2010, 3:24 pm

Ah...Qualé...

Dane-se a opinião desses Manés Twisted Evil

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MensagemAssunto: Re: Meus Contos   7/23/2010, 11:46 pm

Eric, assustado, sentou-se na cadeira.- Mas, como sabia de mim, porque preparou isso?Como sabia que iria me encontrar?
Ferdinando, ignorou as perguntas de Eric, e o entregou a taça que segurava.-Eric, deixe que lhe apresente, estes são NOSSOS humildes, e fieis servos.-Disse o vampiro, que, apesar das palavras, não desdenhava dos companheiros.-Este é Heitor.-Disse ele apontando, para o vampiro, que parecia ser o mais experientes dos três, mas misterioso, e também o mais sutil. Heitor apenas balançou a cabeça, como forma de saudar o novo companheiro. Quando Eric o olhava, seus olhos eram atingidos por um brilho intenso, e ao mesmo tempo singelo. Ferdinando continuou, com seu aspecto feliz.-Este é Ângelo.-Este era o mais desastrado, é o que os recebera na entrada, tinha aspecto confiável, diferente de Heitor. Eric, o saldou com um sorriso, e assim foi recompensado.-E este, ah este é Frederico, meu irmão, ele será seu mentor, claro quando eu estiver fora, poderá tirar todas as suas dúvidas-que por sinal, não são poucas-. Frederico foi o único a levantar, e apertar a mão de Eric, e não com um sorriso, pelo contrário, o olhava de maneira fria. Interrompendo o momento da interminável troca de olhares, em que um olhar era assustador, e o outro era assustado, Ferdinando, chamou Eric, pois agora iriam para casa.
-E os outros, não vão?-Perguntou o jovem Eric.
-Apenas Frederico, vamos deixar os outros irem para suas casas.-Respondeu com um tom sarcástico.-Vamos, apenas me siga, meu filho.
E os dois voltaram, para a casa de Ferdinando, onde deixaram o carro, entraram e foram para um escritório, onde Ferdinando tratava de seus negócios, mandou que Eric sentasse, e começaram a conversa do esclarecimento.
-Eric, devo lhe explicar, nossa vida, é infinitamente infinita, e também não é fácil, qualquer deslize e você vira pó!-Disse o vampiro, sarcástico. Vou dizer coisas simples, que você deve tratar como regras, primeiro, nunca, nunca mesmo, saia a luz do dia, somos seres das trevas, e nas trevas devemos andar. Não confie em outros vampiros, exceto eu, sou o humano mais confiável da face da terra.-Disse, e olhou risonho para Eric, logo emendou-Certo, estou brincando, pode confiar em mim e em Heitor, ele é o mais confiável do três. -Eric achava que o contrário, ficou surpreso. E O vampiro continuou-O fogo.-Disse e rapidamente aproximou sua face da dele.-Seja tolo bastante para teme-lo.-Voltando a sua cadeira, balançou a mão, como quem espanta um animal.-Agora vá, filho das trevas, vá para sua casa, a noite o espera, mas volte antes do amanhecer, seu quarto está a direita deste escritório, se quiser conhece-lo antes de sair...
Eric fez que sim com a cabeça, e saiu sem nada dizer, e entrou na porta ao lado, o quarto era grande, havia uma escrivaninha, com livros, e papéis. Duas poltronas, muito bonitas, por sinal, e havia uma enorme estante, com livros grossos e empoeirados, e na mesma estante, havia retratos, pintados com carvão, de Ferdinando, Heitor, Frederico, e Ângelo, um retrato de Ferdinando ele estava apontando para a fente, então Eric se virou, e viu um enorme retrato, que não sei o por que de não ter visto antes, visto que seu tamanho era um tanto exagerado, o retrato era dele, Eric se assustou e voltou ao escritorio, mas não encontrou seu criador, procurou pelos outros enormes cômodos, da enorme casa, e ninguém encontrou. Era como se tudo aquilo que acontecera na noite anterior fosse premeditado.
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MensagemAssunto: Re: Meus Contos   7/25/2010, 9:31 am

Era como se tudo aquilo que acontecera na noite anterior fosse premeditado.
Não achando Ferdinando em parte alguma da casa, Eric pensou que talvez estivesse no teatro. Resolveu ir até lá, não via nada estranho, nada que provasse que havia alguém lá. Entrou, foi até a sala redonda, o resto estava acabado, e prestes a cair, menos a sala redonda. Também não havia ninguém, as cadeiras vazias e escuras, davam um aspecto sombrio e assustador à sala. Eric saiu, e sentiu um forte cheiro, que o atraia, seu desejo voraz, o fez ir a companhia, daquela bela mulher sua pele era branca, e negros cabelos, protegidos, ou nem tanto, por um pequeno chapéu, que era moda naquela época, era no século xviii, se não me engano, bem, voltemos à moça.
-A senhorita permite que lhe acompanhe até sua casa?-Perguntou Eric, com um tom sedutor. A moça olhou preocupada, e afastou-se alguns centímetros, mas logo viu as roupas de fidalgo, que Ferdinando havia dado ao rapaz, naquela época todas as moças queria ser cortejadas por um rapaz rico, no caso da moça, esse rapaz era Eric. Ela apenas deu um sorriso, e disse, com a cabeça que o rapaz poderia acompanha-la.
-Mi lady, gosta de música?-Perguntou Eric, levantando as sobrancelhas.
-Muito!-Respondeu com um grande sorriso no rosto. O rapaz soltou seu braço, e correu até uma calçada, e disse venha, vamos a um concerto, disse saltitante, como um artista de teatro.
-Espere, não consigo lhe acompanhar!-Gritou a moça. Eric parou na calçada, e esperou, voltou a segurar seu braço, como dois namorados, não era muito tarde, a moça estava acompanhada por sua escrava de companhia. Ela havia ido visitar um tio doente, Eric, educado como nunca, perguntava se ele estava bem, se precisava de algo, a moça sempre agradecia, e dizia que não. Agora estavam em frente a casa de Ferdinando, que agora também era de Eric.
-É aqui, podem entrar as duas.-Disse olhando para a ama da moça. A escrava hesitou, já a moça, entrou logo, pois queria que algo acontecesse de maneira que, lhe trouxesse lucros, o homem era rico, e realmente era, e a moça, era uma pobre coitada, que se fazia de rica. Fazer o rapaz ser obrigado a casar-se com ela, seria muito bom para ela, pois queria jogar tudo isso na cara de seus pais, que a descriminavam.
A moça não contava que Eric era vampiro, e ele continuou fingindo, e a seduzindo, levou-a para um quarto qualquer da casa, que não fosse o dele, ou de outro vampiro, se não a moça ficaria assustada com o caixão.
-Achei que iria-mos à um concerto...-Disse a moça faceira, tentando seduzi-lo também. Ele percebendo os esforços da moça, apenas deu uma risada de zombaria. Eric queria imitar Ferdinando o quanto pudésse, então a levou-a até a cama, e disse este é meu concerto, está é minha ópera, e você é minha inspiração.-Continuou Eric, com um jeito ameaçador, e misterioso de falar, sua voz era irônica, e psicótica.-Seu você tivesse a chance de escolher, eu lhe daria duas opções, vida eterna, ou morte imediata, mas... como você não tem essa chance, deixe que eu mesmo escolha.-Continuou, dando uma risada incessante, e exagerada, enquanto com suas mão gélidas, segurava a moça pelo pescoço.-Uma moça direita, não entra no quarto de qualquer homem, sozinha, mesmo não sendo tão tarde, é o bastante para a senhorita estar em casa, e se não está em casa é porque seus pais não se importam com você, e já que não se importam...-Dizia ele, enquanto a moça estava encolhida, entre os lençóis da cama, que ninguém jamais haveria usado, era uma cama virgem, com uma moça não tão virgem sobre ela, e o rapaz, parou por um instante, e olhou para a janela, logo voltou a olhar para a moça, e subitamente:
-Eu escolho a morte... imediata.-E praticamente voou no pescoço da moça, e usufruiu do seus sangue, que desejava, desde a primeira vez, que o sentiu, depois de saciado, deixou a moça na cama, a cobriu com os lençóis, e beijou-a na testa.
-Durma com os anjos.-Disse com uma voz tranquila, mais ao mesmo tempo irônica, e psicótica!
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MensagemAssunto: Re: Meus Contos   7/25/2010, 9:39 am

Estou dando continuidade a história, como disse o Jaja Dane-se a opnião dos MANÉS.
Então, como ninguém aqui é mané, aceito opiniões, criticas, elogios, e o que mais vocês quiserem!!

P.S: Jaja, é impressionante, mas toda vez que eu vou escrever seu nome, eu digito Lestat, aí, depois eu vou corrigir!! rsrsrs
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MensagemAssunto: Re: Meus Contos   7/25/2010, 7:41 pm

-Durma com os anjos.-Disse com uma voz tranquila, mais ao mesmo tempo irônica, e psicótica!
E saiu do quarto, foi quando encontrou Heitor na sala, parou de andar repentinamente, não sabia que Heitor ou Ângelo frequentavam a casa de Ferdinando, pois lembrara do que ele havia os chamado:[...]estes são NOSSOS humildes, e fieis servos.
-O que faz aqui?!-Perguntou com a voz autoritária.Heitor, um vampiro alto, e másculo, cujos olhos eram pretos, mas a cor destes mudava de acordo com cada situação, cabelos negros e longos, haviam pequenas ondas em seus cabelos, sua expressão era sempre rígida, e sensual, não haviam sorrisos em seu rosto, sua pele tinha um branco brilhante, não chegava a ser estranho, usava um belo casaco longo, com uma cor azul escura, quase negra, e usava um lenço em tom claro, sob a camisa branca, e também um colete cinza, e uma cartola que estava em sua mão.
-Fui convidado por monsieur Fedinando, ele foi buscar algo na sala ao lado.-Disse, com o tom frio, porém submisso.
-Esta bem! Dê-me sua cartola, sente-se, por favor.-Disse Eric, tentando ser educado, pegou a cartola e a colocou em uma mesinha perto da entrada da sala, e foi ao encontro de Ferdinando.
-Onde esteve?-Perguntou Eric, exaltado e superior.
-Isso não lhe importa. E quero que tire aquela mulher do quarto, disse para ir dar uma volta e se alimentar, não para trazer SUAS presas para MINHA casa!-Disse friamente, enquanto saia da sala, e deixava Eric sozinho. Eric foi até a sala, e antes mesmo que entrasse foi abordado por Ferdinando, que o perguntou de longe:
-Como pode ser tão mau, e frio a ponto de seduzi-la, e matá-la?!-Perguntou Ferdinando, fingindo pena pela morte da moça, ao ver a cara de culpado, e confuso de Eric, deu uma gargalhada, e Heitor também riu, mas de forma discreta, e humilhante, e me disse que eu era engraçado.
-Venha junte-se a nós!-Disse-me ainda sorrindo.Eu me sentei, ele me ofereceu uma taça de sangue, eu já estava saciado, porém não me custava muito beber apenas mais uma taça.
-Onde estão os outros?-Perguntou Eric
-Já estão vindo.-E virando-se para Heitor.-Hoje dormem aqui?
-Oui, monsieur, seria um prazer.-Disse Heitor, levantando a taça, oferecendo um brinde, com sua face rígida. Ferdinando levantou, e foi até a cadeira do vampiro, e abaixou-se a altura do rosto desde.
-A que estamos brindando, caro Héctor?!-O chamava de Héctor as vezes, e hoje o espírito de Ferdinando estava feliz, com algo. Os três ficaram horas esperando pelos outros, mas estes não chegaram. Então ficaram os três até quase de manhã, então foram para seus caixões preocupados com os outros vampiros.
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Ágatha de Lambert
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MensagemAssunto: Re: Meus Contos   8/8/2010, 5:20 pm

Então ficaram os três até quase de manhã, então foram para seus caixões preocupados com os outros vampiros.
Ferdinando, já dentro de seu caixão, teve uma sensação, uma espécie de visão; o vampiro por mais que fosse experiente, não tinha tais poderes, podia ler os pensamentos das pessoas próximas a ele, mas esse tipo de poderes, ela nunca tivera antes, O vampiro, viu seus irmão, e seu amigos, amarrados no alto de uma torre, sem conseguirem se soltar de maneira alguma, estava quase amanhecendo, eles não iriam sobreviver, então Ferdinando pulou de seu caixão, e chamou Eric, e Heitor.
-Temos que correr eles estão presos, na torre baixa do castelo de Lorde Leroy, ele não está morto!-Disse tomado por uma sensação surpresa, que se fundia a sua raiva, pelo trabalho incompleto, enquanto Heitor colocava seu casaco; faltavam duas horas para o sol raiar, então saíram os três, Eric, foi para ajudá-los, mas não sabia de toda a história.-No caminho, vou lhe contando tudo.-Disse Ferdinando, enquanto pegava as rédeas dos cavalos.
-Senhor precisamos de mais ajuda!-Disse Heitor.
Ferdinando, estava no teatro, então das trevas saíram quatro vultos negros, caminhando rígidos, e sincronizados, tinham rostos bonitos, porém expressões assustadoras, estes subiram no carro, e ficaram dependurados do lado de fora, pois dentro estavam Eric, Heitor, e agora, Ferdinando, que dera as rédeas para um outro vampiro.
-Para Leroy Château!-Gritou Ferdinando.- Como pode ter sobrevivido?-Disse Ferdinando consigo, e depois olhando ara Heitor, perguntou outra vez, em voz alta.- Eric, eu matei este vampiro, a vários anos, ou pelo menos achei que havia o matado; ele levou de mim toda minha família, e agora quer levar o meu irmão.-Dizia Ferdinando Heitor, apenas balançou a cabeça, negativamente, enquanto olhava para a janela.-Ali está, o castelo!Chegamos.-Disse, o vampiro que guiava o carro o parou, e todos desceram, e seguiram à pé, se abaixando por traz dos arbustos.
No castelo, estava ele, Leroy, na janela da torre alta, dando gargalhadas escandalosas, enquanto olhava para a torre baixa, e via Ângelo, e Frederico, amarrados, tentando em vão, se soltarem. O castelo era enorme, dividido em três andares, e ainda duas torres, uma alta, e outra um pouco mais baixa, era cercado por uma muro altíssimo, e atrás desse muro, estava o mais belo jardim, escondendo a verdadeira face do castelo, e despistando, as crueldades que lá aconteciam, o jardim escondia o subsolo do local, onde Leroy colocava seus prisioneiros menos importantes, e onde tocava seu piano, lia seus livros, e onde passou quinze anos escondido.
Ferdinando, caminhando, e olhando para Eric, com uma expressão triste, o segurou elo braço, dizendo:
-Quando lhe disse que não me considerava um monstro, era verdades; monstros são vampiros como ele, como Leroy.
Eric, apenas piscou, não era de falar, e não sabia se expressar quando escutava algo triste, ou feliz de mais. Quando chegaram perto do muro, o escalaram, e pularam no jardim, chei de árvores, e flores que dormiam, a luz da lua, e das estrelas. Eles correram até o pé da torre baixa, quando saíram dois vampiros de traz dela; todos se puseram atentos, e o vampiro que parecia ser o mais forte dos amigos de Ferdinando , pulou em cima de um dos vampiros inimigos, os outros três vampiros, pularam em cima do outro; Ferdinando chamou Eric, e Heitor, e foram para a entrada do castelo; os outros vampiros, que estavam escondidos, foram para cima dos quatro amigos de Ferdinando, facilitando a entrada no castelo. Quando entraram, subiram as escadas rapidamente, e foram até uma sala vazia, exceto por uma lareira, que iluminava o local; o castelo parecia um labirinto cheio de escadas e portas. Heitor voltou para as escadarias, e encontrou um vampiro, enorme e enraivado, mostrando os dentes. Heitor, fez a mesma expressão do vampiro, e começou a caminhar muito devagar, para perto do vampiro, que estava atento a cada movimento de Heitor; então repentinamente Heitor deu uma salto e caiu em cima do vampiro, e começou a bate-lo, lutaram até, que o vampiro estava desacordado, então Heitor tirava seu sangue, ele estava branco como porcelana, porém a visão de suas veias apertadas contra sua carne não era nada agradável, via-se ainda relutando contra o que Heitor fazia, mas estava fraco, não conseguia mais se mexer, então Heitor o arrastou até a lareira, e lá o jogou.
Estava cansado, mas isso não o impediu de subir o resto da escadaria, até encontrar Ferdinando e Eric, encostados na parece, como se estivessem se escondendo de algo.
-O que há?-Cochichou Heitor.
-Estavam esperando por você; por que está cochichado?-Disse Eric, enquanto puxava Heitor, e os três subiram o resto das escadas, e chegaram à torre alta do castelo, e lá estava Leroy, virado para a porta, olhando sem surpresa alguma, com um risinho descabido em sua boca.
-Ora ora, se não é o rato que pensou ter matando o rei!-Disse irônico olhando para Ferdinando.
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